Francine Ferreira
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sábado, 21 de setembro de 2019
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
Dia da Árvore: o verde que é garantia de futuro também para as águas
Preservação integrada de todos os setores do meio ambiente
é a chave para a conquista da sustentabilidade no futuro.
O mesmo estudo também determinou que, de 1990 e 2015, a área
da Terra coberta por florestas caiu de 31,6% para 30,6%; e que o desmatamento é
a segunda maior causa das mudanças climáticas, ficando atrás apenas da queima
de combustíveis fósseis. Tamanha preocupação com a situação fez a Assembleia
Geral da ONU estabelecer, no início deste ano, a Década das Nações Unidas para
a Restauração dos Ecossistemas, a ser trabalhada de 2021 a 2030, com objetivo
de ser mais um impulso aos esforços para o plantio de árvores.
O Dia da Árvore, celebrado neste sábado, 21, chega com a
missão de fazer a sociedade refletir, mais uma vez, quanto às ações que vem
sendo realizadas para garantir a sustentabilidade de todas as espécies para o
futuro. Neste cenário, torna-se importante voltar a destacar que a preservação
de um setor do meio ambiente está diretamente ligada à preservação de todos os
demais setores, já que os trabalhos precisam estar integrados para resultarem
em efeitos realmente positivos e gerarem a verdadeira mudança que o planeta necessita.
De acordo com a estimativa do Serviço Florestal Brasileiro, o
país possui 58% do seu território coberto por florestas naturais e plantadas, sendo
a segunda maior área de florestas do mundo, atrás apenas da Rússia. Além disso,
o Inventário Florestal Nacional aponta que Santa Catarina, localizada totalmente
na Mata Atlântica, detém o maior percentual de remanescente do bioma, com três
milhões de hectares de florestas, o equivalente a 32% do território do estado.
Diante da existência de tamanho bem para toda a sociedade, o
Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba
reforça que as pessoas precisam agir de forma correta para manter e, sempre que
possível, aumentar essa disponibilidade florestal, uma vez que, entre tantos
outros benefícios, a manutenção das árvores também garante a disponibilidade de
água e a consequente segurança hídrica de determinada região.
“A vegetação contribui para a manutenção da qualidade das
águas, filtrando diversos sedimentos e outros poluentes, evitando o
assoreamento dos rios, ajudando a manter a temperatura e a concentração do oxigênio
dissolvido, reduzindo a sensação térmica, diminuindo a poluição sonora, servindo
de barreira contra os ventos, sendo habitat para a a flora e a fauna, fazendo a
captação do gás carbônico e liberando oxigênio”, exemplifica o vice-presidente
do Comitê Araranguá, Sérgio Marini.
Um outro benefício proporcionado pelas árvores, conforme a assessora
técnica do Comitê Araranguá, engenheira ambiental Michele Pereira da Silva, é
que suas raízes facilitam o processo de infiltração de água no solo, e
dependendo do tipo, diminuem o escoamento superficial da água, fazendo com que
ela tenha menos velocidade e, consequentemente, diminuindo a possibilidade de
erosão e outros problemas relacionados.
“E alguns tipos de vegetação também trabalham o processo de
fitorremediação, em que a planta vai, aos poucos, removendo contaminantes
orgânicos da água em que está inserida. Por isso a importância de se existirem
as matas ciliares, que protegem imensamente os rios”, completa Michele.
Com isso, as árvores devem estar presentes nos arredores de
nascentes, matas ciliares e nas áreas de preservação permanente, uma vez que atuam
diretamente na proteção da biodiversidade. “Enfim, elas têm a mesma importância
da nossa existência, porque, com toda certeza, se não tivéssemos árvores, não
teríamos água ou até mesmo a vida. Por isso, acredito que a recuperação e o
adensamento dessas áreas devem ser estimulados, com o plantio de novas mudas de
árvores”, acrescenta o presidente do Comitê Araranguá, Luiz Leme.
Por conta de tal importância, se fortalece também o apelo
por menos desmatamento, uma vez que a ação é a causa de aproximadamente 20% das
emissões de gases do efeito estufa no mundo, segundo relatório divulgado em
2018 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação e Agricultura
(FAO).

Há dez anos
recuperando matas
recuperando matas
Como contribuição, principalmente para a recomposição das
matas ciliares, o projeto Ingabiroba existe há dez anos na região. Nascida em 2009
nos municípios de Nova Veneza e Forquilhinha, a ação é uma parceria do Comitê
Araranguá, Associação de Drenagem e Irrigação Santo Isidoro (ADISI), Epagri e fundações
de meio ambiente e secretarias de educação dos municípios.
Desde seu início, o projeto já realizou ao menos 40
oficinais de plantio em seis municípios do Sul catarinense e plantou mais de 17
mil mudas de árvores em aproximadamente 130 mil metros quadrados, o equivalente
a 13 hectares de áreas reflorestadas.
“São resultados que nos trazem bastante alegria, principalmente
porque a demanda tem aumentado cada vez mais. Hoje, os produtores rurais e interessados
em fazer parte já efetuam o plantio por conta própria, o que significa que temos
conseguido incutir a conscientização em suas mentes. Nos próximos anos, nosso objetivo
é estender o projeto para todos os outros municípios da Bacia Hidrográfica do
Rio Araranguá”, finaliza o vice-presidente do Comitê.
Em celebração ao Dia da Árvore, estão sendo distribuídas 1,5
mil mudas para moradores dos entornos do Rio Araranguá, além de instituições de
ensino e produtores de arroz de diversos municípios em toda a região.
Francine Ferreira
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
Câmara técnica contribuirá no planejamento estratégico do Comitê Araranguá
Grupo foi formado na tarde desta quinta-feira, 19, em
Assembleia Extraordinária.
Os membros do Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes
Catarinenses do Rio Mampituba formaram uma câmara técnica para contribuir com o
planejamento estratégico do órgão. A ação foi definida em Assembleia
Extraordinária realizada na tarde desta quinta-feira, 19, no Centro de Treinamentos
da Epagri, em Araranguá.
Conforme o presidente do Comitê, Luiz Leme, a câmara técnica
foi criada com objetivo de fortalecer o Comitê Araranguá frente ao processo de gestão
de recursos hídricos. “E para buscar estratégias para a implantação efetiva das
ações do Plano de Recursos Hídricos”, completa.
O grupo será integrado por membros representantes do poder público,
sociedade civil e usuários de água, como uma maneira de proporcionar maior representatividade
a todos os envolvidos nesse momento importante do processo. “Nosso Plano de Recursos
Hídricos elencou 32 metas, sendo 12 prioritárias. Com esta câmara técnica, o
planejamento estratégico irá apontar os procedimentos necessários para executar
tais ações, de forma a suprir a demanda crescente da bacia”, acrescenta a
assessora técnica do Comitê Araranguá, engenheira ambiental Michele Pereira da
Silva.
Além do planejamento estratégico, entraram em debate durante
a Assembleia Extraordinária desta quinta-feira, outros importantes assuntos envolvendo
o Comitê, tais como: o plano de monitoramento quali-quantitativo das Bacias dos
Rios Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba; e o relato da
situação da Outorga pelo Uso da Água na área de abrangência da Bacia
Hidrográfica do Rio Araranguá.
Francine Ferreira
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
Sul de SC receberá 1,5 mil mudas pelo Dia da Árvore
Ação deverá abranger municípios da Região Carbonífera e
do Extremo Sul catarinense.
Em celebração ao Dia da Árvore, lembrado no próximo sábado,
21, o projeto Ingabiroba deverá distribuir 1,5 mil mudas por diversos
municípios da Região Carbonífera e do Extremo Sul catarinense, como Nova
Veneza, Forquilhinha, Meleiro, Araranguá e Jacinto Machado. A entrega se dará
em escolas e centros de educação infantil, bem como diretamente para produtores
de arroz.
Inclusive, já foi iniciada nesta quarta-feira, 18, em Nova
Veneza, para a Escola Municipal Ítalo Amboni, do Bairro Rio Cedro Médio, e o
Centro de Educação Infantil Antônio de Césaro Cavaler, no Distrito de São Bento
Baixo. Também já receberam mudas, rizicultores de Nova Veneza e Forquilhinha.
Existente há dez, anos, o projeto Ingabiroba é uma parceria
do Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba,
Associação de Drenagem e Irrigação Santo Isidoro (ADISI), Epagri e fundações de
meio ambiente e secretarias de educação dos municípios. Desde seu início, já realizou
ao menos 40 oficinais de plantio em seis municípios do Sul catarinense e plantou
mais de 17 mil mudas de árvores em aproximadamente 130 mil metros quadrados, o
equivalente a 13 hectares de áreas reflorestadas.
“Este Dia da Árvore marca a importância delas para a preservação
do meio ambiente, principalmente dos nossos mananciais”, destaca o vice-presidente
do Comitê, Sérgio Marini.
Francine Ferreira
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
Comitê Araranguá convoca membros para XV Assembleia Extraordinária
Encontro acontecerá na próxima quinta-feira, 19.
Visando debater assuntos pendentes que precisam de
encaminhamentos ainda neste mês de setembro, o Comitê de Gerenciamento da Bacia
Hidrográfica do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba realiza
sua XV Assembleia Extraordinária nesta semana. Portanto, todos os membros estão
convocados a participar da reunião, que acontecerá na próxima quinta-feira, 19.
O encontro será realizado no Centro de Treinamentos (CETRAR)
da Epagri, em Araranguá, com primeira chamada às 13h30min e segunda chamada às
14h, bem como previsão de término para as 17h.
De acordo com o presidente do Comitê Araranguá, Luiz Leme,
entre os assuntos a serem debatidos, entrarão em pauta as seguintes questões:
- Aprovação da Ata da 53ª Assembleia Ordinária;
- Aprovação do planejamento estratégico do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba;
- Aprovação de projetos
- Plano de Monitoramento quali-quantitativo das Bacias dos Rios Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba;
- Relato da situação da Outorga pelo Uso da Água na área de abrangência da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá.
Francine Ferreira
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
AGUAR presta contas em reunião de fiscalização com técnicos da SDE
Encontro aconteceu na tarde dessa quinta-feira, 12, na
sede da Entidade Executiva.
A equipe técnica e presidência da Associação de Proteção da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá (AGUAR), juntamente com membros das diretorias dos Comitês das Bacias do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba e do Rio Urussanga, reuniu-se na tarde dessa quinta-feira, 12, para mais uma reunião de fiscalização da Entidade Executiva, com representantes do setor de Gestão de Parcerias da Diretoria de Recursos Hídricos (DRHI) da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE).
A equipe técnica e presidência da Associação de Proteção da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá (AGUAR), juntamente com membros das diretorias dos Comitês das Bacias do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba e do Rio Urussanga, reuniu-se na tarde dessa quinta-feira, 12, para mais uma reunião de fiscalização da Entidade Executiva, com representantes do setor de Gestão de Parcerias da Diretoria de Recursos Hídricos (DRHI) da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE).
Na oportunidade, foram apresentados os resultados dos
indicadores previstos no Edital de Chamamento Público nº 0001/2017 e no Termo
de Colaboração nº 001/2018; a situação quanto ao gasto do recurso repassado
(quanto foi gasto, quanto ainda há para se gastar, onde e em quais naturezas de
despesa o recurso foi aplicado); os planos de trabalho e de comunicação, com o
que foi realizado e o que falta realizar; e os bens adquiridos como material
permanente.
Para o presidente da AGUAR, Antônio Porto, a reunião foi
bastante produtiva, com acompanhamento dos técnicos, esclarecimentos e
orientações de alguns ajustes que precisam ser feitos, referente ao relatório
de prestação de contas e a execução do plano de ações da primeira parte da
parceria entre a Entidade Executiva e o Governo do Estado. “A princípio,
tivemos uma boa avaliação pelos técnicos, o que significa que o trabalho está
sendo realizado de forma correta, com cumprimento das metas estabelecidas para
o período”, completa.
Representando o Governo do Estado, participaram o técnico da
DRHI na ação de fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas, César
Rodolfo Seibt; e o engenheiro da DRHI, Tiago Zanatta. “O que nos foi mostrado demonstra
que a equipe está cumprindo as metas na medida do possível e que os resultados
têm aparecido de forma satisfatória”, finaliza Zanatta.
Francine Ferreira
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
A água que você não vê: consumo do recurso é muito maior do que as pessoas imaginam
Em períodos de estiagem, conceitos de “Água Virtual” e
“Pegada Hídrica” reforçam a necessidade de mais conscientização da sociedade.
Estamos acostumados a quantificar o consumo de água pela
quantidade do líquido que sai das torneiras para suprir as necessidades diárias
de cada pessoa ou de determinado trabalho. No entanto, o uso desse recurso tão
necessário vai muito além disso, se fazendo presente de forma considerável no
processo produtivo de diversos itens da rotina de todo ser-humano, sem que
muita gente perceba.
Conforme dados do Sistema Nacional de Informações Sobre
Saneamento, do Ministério das Cidades, cada brasileiro consome de forma direta,
em média, 154 litros de água por dia, sendo 44 litros a mais do que os 110
litros ao dia que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera necessário
para uma pessoa. Isso, sem contar todo o líquido que não é visto, mas que foi
utilizado para produzir os demais produtos consumidos ao longo dos dias.
Neste sentido, surgem os conceitos de “Água Virtual” e
“Pegada Hídrica”, reforçando a necessidade de mais conscientização e economia
diante da possibilidade de escassez. A primeira expressão foi utilizada
inicialmente em 1993, pelo pesquisador inglês John Anthony Allan, e é
caracterizada pela quantidade de recursos hídricos utilizados em toda a cadeia
de produção de um determinado bem.
Seguindo na mesma linha, em 2002, o pesquisador Arjen Hoekstra,
da Universidade de Twente, na Holanda, introduziu o termo “Pegada Hídrica”, que
leva em consideração o uso da água de forma direta e indireta, tanto do
consumidor quanto do produtor. Entram no cálculo do indicador, a soma dos
volumes de água doce consumidos e/ou poluídos ao longo da cadeia produtiva do
determinado produto ou serviço.
De acordo com a organização internacional Water Footprint,
por exemplo, um quilo de carne bovina exige, em média, 15 mil litros de
água, dependendo do tipo de sistema de produção e da composição e origem da
alimentação do gado.
O apelo é
para todos
Diante deste cenário e por conta de todos os problemas de
estiagem evidenciados em regiões cada vez mais próximas do Sul catarinense nos
últimos meses, o Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do
Rio Mampituba reforça o apelo pela conscientização e consequente redução no
consumo da população, de forma geral e em todos os setores.
“Uma associação de irrigantes, o setor de mineração e as
indústrias, que pagam pela água que entra em seu sistema produtivo, conseguem
ter uma percepção maior da importância do recurso. Porém, essa discussão sobre
a ‘Água Virtual’ se torna cada vez mais necessária, na medida em que as pessoas
não conseguem ter a percepção clara de que a água é utilizada em praticamente tudo
o que é consumido e utilizado no dia-a-dia”, argumenta o presidente do Comitê
Araranguá, Luiz Leme.
Uma das necessidades mais evidentes do ser-humano
atualmente, a energia elétrica precisa da água para ser gerada. “Além das
hidrelétricas, até mesmo as termelétricas usam o líquido. Na questão do
resfriamento das caldeiras ou para o carvão mineral, que exige água em seu
processo de extração”, completa a assessora técnica do Comitê Araranguá,
engenheira ambiental Michele Pereira da Silva.
Na alimentação, segundo a assessora técnica, tudo o que é
consumido também precisa de recursos hídricos para o cultivo, como no caso dos vegetais,
saladas, frutas, carnes e sementes. “E no vestuário, ainda que muitos tecidos sejam
sintéticos, em algum momento do processo produtivo o líquido foi empregado”,
acrescenta Leme.
Agir, antes
de faltar
Por fim, de acordo com o novo relatório do Programa Conjunto
de Monitoramento do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da
Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em junho deste ano, atualmente,
uma em cada três pessoas no mundo já não tem acesso a água potável.
“Com tudo isso, queremos
fazer com que as pessoas pensem um pouco fora da sua realidade imediata e parem
de acreditar que, por usarem a água apenas para o consumo próprio, estarão
totalmente protegidos em situações de escassez. A partir do momento em que
termos uma crise grande de estiagem ou um processo de falta de água efetivo,
toda a sociedade vai sofrer, seja em maior ou menor grau, nas casas ou
estabelecimentos comerciais e industriais. A discussão é necessária e precisa
ser repercutida de imediato, antes que realmente passemos a sofrer com isso”, finaliza
a engenheira ambiental.
Francine Ferreira
Membros aprovam mudança de endereço da AGUAR
Assembleia Geral Extraordinária foi realizada na tarde
dessa terça-feira, 10, em Nova Veneza.
Em Assembleia Geral Extraordinária realizada na tarde dessa
terça-feira, 10, em Nova Veneza, os membros da Associação de Proteção da Bacia
Hidrográfica do Rio Araranguá (AGUAR) aprovaram a mudança de endereço da
Entidade Executiva dos Comitês das Bacias do Rio Araranguá e Afluentes
Catarinenses do Rio Mampituba e do Rio Urussanga.

Conforme a coordenadora da AGUAR, Cenilda Mazzucco, houve
necessidade de alteração do endereço em virtude da mudança do trajeto da BR-101.
“Com isso, a sede da AGUAR passou a estar localizada na Rua Marcos João Patrício,
Bairro Barranca, em Araranguá. Em toda a documentação constava o endereço
antigo, por isso precisamos mudar”, completa.
Com a aprovação por unanimidade, ainda de acordo com a
coordenadora, caberá ao contador da associação providenciar a alteração no Estatuto,
registro no cartório e mudança nos demais órgãos. “Destacamos aos participantes,
também, a importância e a necessidade do fortalecimento do quadro de membros da
entidade, para que ela possa trabalhar melhor ainda no fortalecimento dos Comitês”,
acrescenta.
Além disso, segundo destacou o presidente da AGUAR, Antônio
Porto, foi levado ao conhecimento dos membros presentes que a Entidade possui uma
conta própria, que pode receber doações e subvenções, para custear outras
despesas que não podem ser pagas com recursos destinados ao plano de ações de
execução dos Comitês. “De forma geral, foi uma assembleia bem proveitosa, com diversos
esclarecimentos sobre a nossa prestação de contas”, finaliza.
Francine Ferreira
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
Sinquisul reforça importância da participação no Comitê Araranguá
Sindicato das Indústrias Químicas do Sul Catarinense
recebeu apresentação sobre o trabalho realizado na gestão das águas da região.
Na oportunidade, a assessora técnica do Comitê Araranguá,
engenheira ambiental Michele Pereira da Silva, abordou tópicos como relevância
da participação dos usuários de água no processo de gestão. “E como é
importante contarmos com o envolvimento da indústria química, uma vez que,
dependendo do tipo de produto, cada empresa utiliza uma grande quantidade de
água, que se torna um material primordial para o desenvolvimento da atividade
econômica”, completa.
Visando reforçar a importância da participação dos seus
membros nos encontros, eventos e ações realizadas no decorrer dos meses e anos,
o Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba foi
apresentado a diversos membros do Sindicato das Indústrias Químicas do Sul Catarinense
(Sinquisul). O encontro aconteceu no último dia 19 de agosto, nas dependências
do sindicato.

Para o empresário Andrés Raimundo Federico Pesserl,
presidente do Sinquisul, a apresentação destacou que o Comitê Araranguá é muito
bem organizado e conduzido. “Com bastante informações, acreditamos que tem condições
de representar muito bem o seu papel dentro dessa missão de preservar a água, as
suas nascentes e sua disponibilidade. Com o encontro, ficou entendido também,
que deve haver uma mobilização geral e um acompanhamento, inclusive do
Sinquisul, para uma questão tão importante quanto essa. Todos estão de parabéns
pelo trabalho que vem sendo realizado”, reconhece.
Dentre os questionamentos feitos, estiveram questões como a área
de abrangência da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá e as ações que já estão
sendo desenvolvidas pelo Comitê no processo de gestão e preservação da água. “Nosso
Plano de Recursos Hídricos foi entregue ao presidente do Sinquisul, além de
diversos outros folders, para que todos pudessem ter uma noção do que é o
Comitê e de qual a função do sindicato, que está presente como um articulador
das entidades”, acrescenta Michele.
Por fim, de acordo com a assessora técnica, os presentes ficaram
bem interessados e compreenderam a importância e relevância de participarem das
reuniões. “As pessoas e entidades estão reconhecendo o papel do Comitê como
mediador e articulador, um verdadeiro gestor dos recursos hídricos do Sul
catarinense. Esse é nosso principal foco, para fortalecer esse trabalho cada
dia mais”, finaliza a engenheira ambiental.
O Sinquisul
Fundado em 27 de julho de 2000, o Sindicato das Indústrias
Químicas do Sul Catarinense (Sinquisul) possui sua sede física na cidade de
Criciúma, localizado na Rua Ernesto Bianchini Góes, nº 91, sala 202, do
Edifício Centro Empresarial.
Além disso, sua base territorial abrange os municípios de: Criciúma,
Araranguá, Armazém, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Braço do
Norte, Capivari de Baixo, Cocal do Sul, Ermo, Forquilhinha, Grão-Pará,
Gravatal, Imbituba, Içara, Imaruí, Jacinto Machado, Jaguaruna, Laguna, Lauro
Muller, Maracajá, Meleiro, Morro da Fumaça, Morro Grande, Nova Veneza, Orleans,
Passo de Torres, Pedras Grande, Praia Grande, Rio Fortuna, São João do Sul, São
Ludgero, Santa Rosa de Lima, Santa Rosa do Sul Sangão, São Martinho, Sombrio,
Siderópolis, Treviso, Timbé do Sul, Treze de Maio, Tubarão, Turvo e Urussanga.
Francine Ferreira
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
Técnicos são capacitados em sistemas de informações e geoprocessamento
Momento de aprendizado aconteceu no fim do último mês, em
Itajaí.
Representantes do Comitê da Bacia do Rio Araranguá e
Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba participaram, nos últimos dias 27 e 28 de
agosto, de uma capacitação realizada pela Gerência de Planejamento e Gestão de
Recursos Hídricos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico
Sustentável (SDE) em Itajaí.
O encontro, que abordou o Sistema Nacional de Informações
sobre Recursos Hídricos e o software de geoprocessamento QGIS, era voltado para
técnicos de entidades executivas e demais membros dos Comitês de Bacias
Hidrográficas de Santa Catarina. Pelo Comitê Araranguá, estiveram presentes a
assessora técnica e engenheira ambiental, Michele Pereira da Silva; o
presidente da Fundação do Meio Ambiente de Nova Veneza (Fundave), Juliano Dal
Molin; e a técnica da Casan, Raquel Martins.
Na oportunidade, os ensinamentos foram explanados pelo gerente
de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos da SDE, MSc. geógrafo Vinicius Constante.
“A capacitação aconteceu com intuito de capacitar técnicos e
membros dos Comitês do Estado na utilização da ferramenta de geoprocessamento,
para instrumentalizar os profissionais com a utilização do levantamento aerofotogramétrico
e outros materiais, que tornam possível a elaboração de mapeamentos e a
visualização de informações e ações que ocorrem nas bacias”, argumenta a
assessora técnica do Comitê Araranguá.
Francine Ferreira
Comissão Consultiva discute planejamento estratégico para o Comitê Araranguá
Potencialidades a manter e fragilidades a melhorar
entraram em debate durante reunião realizada nesta terça-feira, 3.
O que há de bom e precisa ser mantido, e o que ainda é
frágil e precisa melhorar. Entre outros pontos de um planejamento estratégico,
essa foi a principal pauta debatida durante reunião da Comissão Consultiva do
Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba. O
encontro foi realizado na tarde desta terça-feira, 3, na sede da Epagri, em Araranguá.
Em 2020, o Plano de Recursos Hídricos do Comitê Araranguá
completará cinco anos e, por isso, a diretoria decidiu organizar um
planejamento estratégico, visando, efetivamente, tirar do papel as ações
elencadas como metas no estudo.
Conforme a assessora técnica do Comitê, engenheira ambiental
Michele Pereira da Silva, a ideia foi iniciar a identificação de
potencialidades e as fragilidades, problemas e ameaças do processo de gestão
das águas. “Para entendermos o motivo de não estar ocorrendo em sua totalidade,
ao considerarmos a execução das ações do plano e a visibilidade do comitê”,
completa.
O planejamento tem como objetivo, de forma geral, atingir os
objetivos traçados no Plano de Recursos Hídricos, fortalecendo o processo de integração
dos diversos atores estratégicos e a comunidade, ao possibilitar o envolvimento
das entidades no processo de gestão.
“Ao reconhecer essas fragilidades, poderemos buscar soluções
eficientes e direcionar as ações que desenvolveremos no próximo ano de execução
do termo de colaboração com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico
Sustentável”, acrescenta o presidente do Comitê Araranguá, Luiz Leme.
do Iparque
Na mesma reunião, os engenheiros ambientais do Parque
Científico e Tecnológico (Iparque) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc),
Sérgio Luciano Galatto e Bruna Borsatto Lima, apresentaram a proposta de criação
de uma rede de monitoramento de água na Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses
do Rio Mampituba.
“O Comitê nos procurou em maio, solicitando apoio para
montar um plano de trabalho visando auxiliar na descoberta de causas para a
mortandade de peixes nos estuários do Rio Araranguá. Em um segundo momento,
vamos incorporar um diagnóstico das fontes de poluição, para apresentar na
próxima assembleia do Comitê, a ser realizada no dia 19 de setembro”, finaliza
Galatto.
Francine Ferreira
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Comissão Consultiva se reúne para 85ª Reunião
Encontro está agendado para a próxima terça-feira, 03 de
setembro.
Com objetivo de debater internamente diversos assuntos que
precisam de encaminhamentos, os membros da Comissão Consultiva do Comitê da Bacia
do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba se reúnem neste
início de setembro.
A 85ª Reunião do grupo acontece na próxima terça-feira, 03,
com início agendado para as 14h e término previsto para às 17h, no Centro de
Treinamento e Eventos (CETRAR) da Epagri, em Araranguá.
De acordo com o presidente do Comitê Araranguá, Luiz Ismael
de Camargo Leme, durante o encontro, os membros representantes da Comissão
Consultiva debaterão os seguintes assuntos:
- Ata da 9ª Reunião Extraordinária da Comissão Consultiva do Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba;
- Projeto de Análise de Água – IPARQUE;
- Planejamento Estratégico;
- Demais Assuntos Gerais.
Francine Ferreira
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